quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Salvo Pelo Gongo

Na Europa dos séculos XVII e XVIII os nobres e aqueles que tinham dinheiro possuíam pratos e copos de estanho, a oxidação natural do estanho mistura com determinados tipos de bebidas geravam o Óxido de Estanho. Muitas pessoas que abusavam na bebida eram envenenados pelo Óxido de Estanho o que deixava o individuo em um estado de narcolepsia induzida, muitos dos envenenados caiam pela rua e eram recolhidos para casa onde se preparava o enterro. O corpo era então colocado sobre a mesa da cozinha por alguns dias e a família ficava em volta, em vigília, comendo, bebendo e esperando para ver se o morto acordava ou não, daí surgiu o velório, que é a vigília junto ao caixão. Na Inglaterra em razão de sua pequena dimensão terriotorial nem sempre havia espaço para se enterrar todos os mortos, assim os caixões eram abertos, os ossos retirados, postos em ossários, e o túmulo utilizado para outro cadáver. Não eram raras as vezes em que ao se abrir os caixões, percebia-se que havia arranhões nas tampas, do lado de dentro, o que indicava que aquele morto, na verdade, tinha sido enterrado vivo, assim, surgiu a idéia de, ao se fechar o caixão, amarrar uma tira no pulso do defunto, passá-la por um buraco feito no caixão e amarrá-la a um sino. Após o enterro, alguém ficava de plantão ao lado do túmulo, durante uns dias. Se o indivíduo acordasse, o movimento de seu braço faria o sino tocar. E ele seria "saved by the bell", ou "salvo pelo gongo", expressão essa usada por nós até os dias de hoje.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Obama assume com o desafio de recuperar logo a confiança nos EUA

WASHINGTON - Barack Obama assumirá a Presidência dos EUA hoje fazendo uma aposta audaciosa, em que promete usar o enorme prestígio popular que acumulou nos últimos meses para espantar o pessimismo predominante no país, salvar a economia americana da recessão e restaurar a credibilidade internacional da nação mais poderosa do planeta.Seu futuro vai depender do que acontecer com a economia. A crise eliminou até agora 2,6 milhões de postos de trabalho e os economistas prevêem que a perda será ainda maior neste ano. Obama quer reanimar a economia com centenas de bilhões de dólares em cortes de impostos e investimentos do governo, mas a maioria das medidas levará meses para produzir resultados. Primeiro negro a ocupar o cargo, ele entrará hoje à tarde na Casa Branca com níveis de popularidade que poucos dos seus antecessores alcançaram. Sete de cada dez americanos dizem gostar de Obama, de acordo com diversas pesquisas de opinião divulgadas nos últimos dias. Dois terços acham que ele escolheu bem sua equipe de governo e apostam que a sua administração será bem-sucedida. Mas as pesquisas sugerem também que os americanos estão preparados para o pior. A maioria prevê que a recessão irá durar mais tempo do que as projeções dos economistas indicam. Apesar das gigantescas expectativas criadas pela vitória de Obama na batalha eleitoral do ano passado, os americanos já perceberam que terão de esperar anos para ver realizadas muitas das promessas feitas na campanha. Obama tem explorado essa situação com grande habilidade, procurando ao mesmo tempo baixar expectativas e usar a crise como uma oportunidade para levar adiante seus planos. Ele começou a negociar o apoio a seu pacote econômico duas semanas antes de tomar posse e está trabalhando para que o Congresso o aprove até meados de fevereiro, antes que ele complete o primeiro mês na Presidência. " Não vou fingir que será fácil vencer qualquer um desses desafios " , disse Obama depois de um concerto musical no domingo, num discurso que muitos analistas interpretaram como uma prévia do pronunciamento que ele fará hoje diante da multidão que assistirá sua cerimônia de posse em Washington. " Vai levar mais que um mês ou um ano, e provavelmente levará muitos. " O plano de Obama prevê injeção de US$ 825 bilhões em recursos públicos nos próximos dois anos para reavivar a economia. Ninguém discute a necessidade de um estímulo como esse para evitar que a recessão se transforme numa crise ainda mais severa, e pode ser que o custo do plano aumente com as negociações no Congresso nos próximos dias. Mas existem muitas dúvidas sobre a eficácia das medidas incluídas no pacote. Cortes de impostos e incentivos fiscais previstos pelo plano custarão pelo menos US$ 275 bilhões. Parte desse dinheiro entrará no bolso dos americanos semanas depois que o pacote for aprovado. Mas muitos tendem a guardá-lo por precaução ou usá-lo para pagar dívidas em vez de consumir, como a maioria fez quando os EUA adotaram medidas parecidas no início de 2008. O plano de Obama também permitirá que empresas que estão perdendo dinheiro com a crise recebam de volta parte dos impostos pagos quando os negócios iam bem. A medida poderá aliviar o fluxo de caixa das empresas ainda neste semestre, mas muitos economistas acham que isso será insuficiente para fazê-las voltar a investir se os consumidores continuarem retraídos. O pacote destina outros US$ 550 bilhões para investimentos em obras públicas, no desenvolvimento de novas fontes de energia e na modernização de escolas e clínicas médicas. Mas algumas dessas iniciativas levarão tempo para sair do papel. Dois terços do dinheiro reservado para pontes, estradas e outras obras só serão gastos efetivamente a partir do segundo ano do plano, prevê James Horney, diretor do Centro de Orçamento e Prioridades de Política. A demora em apresentar resultados visíveis na economia colocará à prova a paciência do público com Obama e sua capacidade de persuasão. Ele tem bastante capital político para lidar com as turbulências que surgirem nos próximos meses, mas o encantamento dos americanos com o novo presidente pode murchar rapidamente se a economia se deteriorar ainda mais ou se o governo tiver obstáculos para aprovar seus planos. Na semana passada, o Congresso liberou a segunda metade do controvertido pacote de US$ 700 bilhões aprovado em setembro para socorrer o sistema financeiro americano. Obama quer usar esse dinheiro para capitalizar os bancos e reativar a oferta de crédito na praça, mas ele certamente terá problemas se o reforço das reservas do sistema bancário não gerar benefícios para o resto da economia. Em última análise, é tudo uma questão de confiança. Como tem feito desde que venceu as eleições de novembro do ano passado, Obama deve usar seu discurso na cerimônia de posse hoje para fazer uma descrição sóbria das dificuldades atravessadas pela economia americana e inspirar confiança na capacidade que o país terá de superá-las. " Psicologia tem muito a ver com isso " , disse domingo o principal assessor econômico de Obama, Lawrence Summers, que a partir desta semana será o diretor do Conselho Econômico Nacional da Casa Branca. " A economia continuará em declínio por algum tempo, mas se demonstrarmos um compromisso com a criação de empregos e a restauração necessária no sistema financeiro, isso vai aumentar a confiança e a retomada virá. " (Ricardo Balthazar Valor Econômico )

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Perolas do Enem 2008

• 'O nosso am biente ele estava muito estragado e muito poluido por causa que, os outros não zelam pelo ar puro.'
• 'O serumano no mesmo tempo que constrói também destrói, pois nos temos que nos unir para realizarmos parcerias.'
• 'Vamos mostrar que somos semelhantemente iguais.'
• '...agir de maneira inesperável.'
• '...eles matam não somente aves mas também os desmatamentos de animais também precisam acabar.'
• 'Hoje endia a natureza...'
• 'No paíz enque vivemos, os problemas cerrevelam...'
• '...menos desmatamentos, mais florestas aborizadas.'
• '...provocando assim a desolação de grandes expécies raras.'
• 'O que é de interesse de todos nem sempre interessa a ningém individualmente.'
• 'A natureza foi descoberta pelos homens há 500 anos atrás.
• 'A natureza brasileira só tem 500 anos e já está quase se acabando.'
• 'Eles querem que nós nos matemos por eles a única solução é alugar o Brasil para os outros.'
• 'Não preserve apenas o meio ambiente e sim todo ele.'
• 'Nos dias atuais a educação está muito precoce.'
• 'O maior problema da floresta Amazonas é o desmatamento dos peixes.'
• 'O desenvolvimento trás grandes lados positivos e negativos para o meio ambiente.'
• 'Nesta terra ensi plantando tudo dá.'
• 'Isso tudo é devido ao raios ultra-violentos.'
• 'Existem dois tipos de animais: os que vivem em cativeiro e os que não vivem. Ultimamente, surgiram um terceiro tipo que corresponde aqueles os que são presos pela polícia federal. Todos os fiscais são subordinados. É a propina.'
• 'Tudo isso colaborou com a estinção do micro-leão dourado.'
• 'Ultimamente não se fala em outro assunto anonser sobre...'
• '...são formados pelas bacias esferográficas.'
• 'Os animais acabam sem água para beber e para tomar banho.'
• 'O direito humano para mim tinha que ser igual para todos.'
• 'Na época de Cristo não havia indústrias para poluir e assim mesmo havia problemas sociais entre os povos.'
• 'Os homens brasileiros, estão acabando com tudo, as árvores para desmar para fazer taúba e outra coisa.'
• 'O homem não está mais valorizando a sua pátria ambiental.'
• 'Precisa-se começar uma reciclagem mental dos humanos, fazer uma verdadeira lavagem celebral em relação ao desmatamento, poluição e depredação de si próprio.'
• 'A concentização é um fato esperançoso para o território mundial.'
• 'Espero que isso mude aqui no Paraná, que não seja como os outros países.'
• 'Vamos deixar de sermos egoístas e pensarmos um pouco mais em nós.'
• 'O sero manu.'
• 'O Euninho...' (El Niño)
• 'Na Amazonas está sendo a maior derrubagem e extração de madeira do Brasil.'
• 'O problema ainda é maior se tratando da camada Diozoni!'
• 'Por isso eu luto para atingir os meus obstáculos.'
• 'A situação tende a piorar: pessoas da floresta Amazônica destróem a Mata Atlântica.'
• 'Na verdade, nem todo desmatamento é tão ruim. Por exemplo, o do Aeds Egipte seria um bom benefício para o Brasil' (???)
• 'Eu concordo em gênero e número igual.'
• 'As vezes penso comigo mesmo e chego a mesma conclusão que chegou Renato Russo: Que país é esse?'
• 'O seringueiro tira borracha das árvores, mas não nunca derubam as seringas.'
• 'Já está muito de difícil de achar os pandas na Amazônia.'
• 'Até a Xuxa hoje em dia se prelcupa com a situação dos animais'
• 'Há muito tempo atrás, meu avô matou várias onças na fazenda dele.'(E eu com isso?)
• 'Enquanto os zoutros ...'
• 'É um problema de muita gravidez.'
• ' tudo baixo nive...'