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segunda-feira, 16 de março de 2009

Libertados trabalhadores mantidos como escravos em fazenda de juiz

Mais um Batataense de destaque: Neste domingo mais um Batataense se destacou na telinha da Globo, e mais uma vez no FANTÁSTICO, isso mesmo, depois do famoso caso do leite adulterado cuja fórmula foi desenvolvida pelo engenheiro químico batataense Pedro Renato Borges, a bola da vez agora foi filho do conhecido Dr. Baldochi, Marcelo Testa Baldochi, que se destacou na mídia nacional por ser o proprietário de uma fazenda que mantinha trabalho escravo.
A situação do juiz Marcelo Baldochi, da 2ª Vara Criminal de Imperatriz, se complica cada vez mais, pois os fiscais do Grupo Móvel de Fiscalização da Secretaria de Inspeção do Trabalho (SIT) libertaram 27 pessoas mantidas em regime de escravidão na Fazenda Barrinha, em Bom Jesus das Selvas, pertencente ao "nobre" magistrado.
Em razão da denúncia, ele terá de responder sindicância instaurada pelo Tribunal de Justiça (Presidência e Corregedoria) e ainda uma notícia crime ajuizada no Ministério Público, que está demorando em se pronunciar a respeito do caso.
O crime só foi descoberto porque quatro trabalhaores fugiram da fazenda e fizeram a denúncia. Baldochi já admitiu em parte a culpa ao assinar termo de ajustamento de conduta no Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) comprometendo-se a pagar R$ 32 mil em indenizações aos "escravizados", ajudar a comunidade desenvolvendo projetos sociais e distribuir cestas básicas. Na fazenda do juiz, os fiscais encontraram duas motosserras e duas espingardas calibre 20, que estavam com o “gato” (termo usado para denominar a pessoa responsável pela contratação dos trabalhadores) identificado como Zé Dendem. Os trabalhadores libertados eram dos municípios de Alto Alegre do Maranhão, Codó e Buriticupu. Eles afirmaram que atuavam no roço de juquira e derrubada de madeiras, ação que movimenta a economia na região.
Mais matérias sobre o assunto:

terça-feira, 25 de novembro de 2008

Caipirinha Legal

O governo Lula, esse que mesmo sofrendo as perseguições da ditadura tentou aprovar uma lei que estabelecesse a censura no país ou ainda que tendo como presidente da República um indivíduo analfabeto foi responsável pela aprovação da lei de reformulação gramatical, finalmente tratou de assunto que o Presidente entende, CACHAÇA!!!
O Ministério da Agricultura publicou um regulamento que institui os padrões de qualidade e identidade da autêntica CAIPIRINHA, vendida no país ou destinada a exportação, determinou que seus ingredientes são:
Cachaça
Limão
Açúcar
Estipulou a quantidade mínima e máxima de açúcar e ainda o teor alcoólico que deve estar entre 15% e 36%, sendo assim somente permitido o uso de água (gelo) para atingir graduação estabelecida, o regulamento permitiu ainda a substituição do açúcar por açúcar invertido e glicose, porém ficam proibidos a utilização de edulcorantes sintéticos ou naturais.
Fica evidente que tal regulamento só terá validade para aquelas caipirinhas industrializadas que já vêm prontas para o consumo, pois em nossos bares e restaurantes já são inúmeras as formas de caipirinhas e caipiroscas com diversas frutas ou mesmo porque é difícil imaginar alguém pedindo para o Barman “Me vê uma Caipirinha com bastante pinga, porém dentro dos limites estabelecidos por lei, com açúcar e sem edulcorantes por favor”