Há mais de 10 mil anos, o homem primitivo conheceu o fenômeno da fermentação
e obteve, em pequena escala, as primeiras bebidas alcoólicas. Há evidências de
que a prática da cervejaria originou-se na região da Mesopotâmia (atualmente nas
proximidades do Iraque) onde, como no Egito, a cevada cresce em estado
selvagem.
A cerveja é tão antiga quanto o pão, pois era obtida a partir da fermentação de cereais como cevada e trigo. Inicialmente, era feita por padeiros devido à natureza da matéria-prima utilizada: grãos de cereais e leveduras. A cevada era deixada de molho até germinar e, então, moída grosseiramente moldada em bolos aos quais se adicionava a levedura. Os bolos, após parcialmente assados e desfeitos, eram colocados em jarras com água e deixados fermentar. Esta cerveja rústica ainda é fabricada no Egito com o nome de Bouza.
O Rei de Flandres, na Holanda do séc. XII é considerado o Santo Protetor dos cervejeiros (São Gambrinus). A palavra latina “bibere” significa beber e após transformações semânticas, passou a “bier” que significa cerveja em alemão. Na mitologia latina, “Ceres” era a deusa da agricultura. Por isso, acredita-se que a palavra “cerevisia” proceda deste nome e, desta raíz derivam as palavras cerveja em português e cerveza em espanhol. Há milhares de tipos de cerveja no mundo. Só na Alemanha, são cerca de 1.250 cervejarias. Some-se a isso pelo menos seis tipos de cerveja cada uma (escura, clara, bock, stout, ice, etc).
Para produzir uma boa cerveja são necessários 4 ingredientes básicos:
- Água potável puríssima;
- Malte cervejeiro de qualidade;
- Lúpulo de boa procedência;
- Fermento selecionado e puro (levedura).
São ingredientes facilmente encontrados. Para redução de custos, grandes produtores substituem parte do malte por adjuntos como arroz, milho, sorgo, xarope de maltose e açúcar. Tudo bem, mas a cerveja se torna mais leve e menos encorpada.
A cerveja é tão antiga quanto o pão, pois era obtida a partir da fermentação de cereais como cevada e trigo. Inicialmente, era feita por padeiros devido à natureza da matéria-prima utilizada: grãos de cereais e leveduras. A cevada era deixada de molho até germinar e, então, moída grosseiramente moldada em bolos aos quais se adicionava a levedura. Os bolos, após parcialmente assados e desfeitos, eram colocados em jarras com água e deixados fermentar. Esta cerveja rústica ainda é fabricada no Egito com o nome de Bouza.
O Rei de Flandres, na Holanda do séc. XII é considerado o Santo Protetor dos cervejeiros (São Gambrinus). A palavra latina “bibere” significa beber e após transformações semânticas, passou a “bier” que significa cerveja em alemão. Na mitologia latina, “Ceres” era a deusa da agricultura. Por isso, acredita-se que a palavra “cerevisia” proceda deste nome e, desta raíz derivam as palavras cerveja em português e cerveza em espanhol. Há milhares de tipos de cerveja no mundo. Só na Alemanha, são cerca de 1.250 cervejarias. Some-se a isso pelo menos seis tipos de cerveja cada uma (escura, clara, bock, stout, ice, etc).
Para produzir uma boa cerveja são necessários 4 ingredientes básicos:
- Água potável puríssima;
- Malte cervejeiro de qualidade;
- Lúpulo de boa procedência;
- Fermento selecionado e puro (levedura).
São ingredientes facilmente encontrados. Para redução de custos, grandes produtores substituem parte do malte por adjuntos como arroz, milho, sorgo, xarope de maltose e açúcar. Tudo bem, mas a cerveja se torna mais leve e menos encorpada.

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